
Copenhague: que tal um tour?
- Categorias Cultura e viagem
- Data novembro 28, 2022
- Tags Viagem
Considerado um dos melhores lugares para se viver no mundo: a cidade de Copenhague, na Dinamarca. Ela oferece aos seus visitantes uma atmosfera antiga com castelos, palácios e pontes centenárias, que dão muito charme ao local. É também um destino que esbanja arte, cultura e história, perfeito para os turistas que não abrem mão de um roteiro interessante. Nyhavn, o porto novo de Copenhagen é um dos cantos mais conhecidos da cidade pelas suas casas com fachadas coloridas.
Nyhavn (Porto Novo):
A cidade originalmente era uma vila de pescadores vikings, mas hoje é a capital e a cidade mais populosa da Dinamarca e está situada parcialmente na costa da ilha Zealand e outra parte em Amager. O nome – København em dinamarquês – tem origem no porto e nas atividades comerciais e significa literalmente porto de compras (havn – porto e køben – compras).
Desde a virada do século 21, Copenhague cresceu muito no aspecto cultural e urbano, devido aos investimentos em suas instituições e infraestrutura.
A cidade é o centro econômico, cultural e também a sede do governo Dinamarquês.
Prédios do Governo:
Sua economia tem crescido rapidamente no setor de serviços, especialmente relacionadas a iniciativas em tecnologia de informação, produtos farmacêuticos e tecnologia limpa. A moeda utilizada é a Coroa Dinamarquesa e o idioma oficial é o dinamarquês – ainda assim, quase toda a população é fluente em inglês e alemão (ambos idiomas ensinados nas escolas).
Com um número significativo de pontes conectando seus vários distritos, a paisagem urbana é caracterizada por parques, passeios e orlas.
Dentre os principais pontos turísticos de Copenhague, está: o Parque Tivoli.
Jardins do Parque de Diversões Tivoli:
Este é um dos mais antigos e famosos parques e jardins do mundo, sendo inaugurado em 1843. O lugar é lindo tanto de dia quanto a noite e tem restaurantes, shows, parque de diversões e lojas lá dentro.
A Pequena Sereia de bronze:
A estátua é um ícone do lugar, por seu simbolismo. Ela representa a história dessa jovem sereia que renunciou à sua vida de princesa no mar para estar com seu amado. Alguns fatos curiosos: a estátua foi decapitada 2 vezes, pintada e até jogada no mar por vândalos. A cabeça atual é uma réplica porque a original foi roubada. Mesmo assim, a Pequena Sereia é o monumento mais visitado de Copenhague.
Palácio de Amalienborg:
Um belo passeio é ir ver a troca da guarda da rainha no Palácio Amalienborg. Os guardas saem do Rosemborg, chegando à praça do Amalienborg ao meio-dia. Dica para fãs de fotos: chegue uns 15 minutos antes, para conseguir um bom lugar para fotografar, pois há muito turistas nesse lugar.
Castelo de Christiansborg:
Esse castelo tem salas belíssimas, estábulos reais, antigas ruínas e muitas áreas interessantes para serem visitadas. Houve 2 incêndios lá, por isso a arquitetura dele tem traços de diferentes eras, como barroca e neoclássica. Eu não entendo nada, mas achei o lugar lindo.
Castelo de Rosenborg:
Mesmo sem entrar e pagar ingresso, acho que o passeio já compensa só de ver a fachada e os jardins externos. No inverno, quando as árvores estão sem folhas, a paisagem fica linda, monocromática e no verão está tudo florido e verdinho! Você escolhe.
Além de tudo isso há muitos museus, restaurantes e baladas.
Museu Nacional de Artes:
Em dinamarquês: Museu Statens para Kunst. O lugar possui tem a maior colecção de arte da Dinamarca.
O turismo é um dos principais contribuintes para a economia de Copenhague, atraindo visitantes do mundo inteiro devido ao porto da cidade, atrações culturais, design de prédios e restaurantes premiados.
A gastronomia dinamarquesa é bem exótica e tem como base frutos do mar, carnes de porco e ovelha, além de especialidades como Leverpostej (patê de fígado), pães de centeio, muitos pratos com repolho e beterraba.
Quem tem paladar mais exigente pode não curtir alguns pratos, mas lembre-se: conhecer os pratos típicos de um país pode trazer momentos e lembranças únicas de uma viagem.
Smørrebrød (Sanduíche):
O almoço típico dinamarquês é constituído de pão de centeio com sementes, manteiga e recheios diversos.
Pølse (hot dog dinamarquês):
Esse não é um cachorro quente normal como o nosso ou o dos americanos. Enquanto no Brasil o cachorro quente é um “cabe tudo” na Dinamarca é algo tradicional. O Polse tradicional é composto por pão de leite, geralmente menor que a salsicha, salsicha, picles, cebola frita, cebola normal e o molho (s) de sua preferência.
O meio de transporte mais utilizado por lá ainda é a bicicleta. Copenhague tem uma trama perfeita de ciclovias grandes e bem estruturadas e, mesmo assim, ainda é possível ver congestionamento de bikes nos semáforos.
Cargo Bikes:
Os dinamarqueses têm um tipo bem específico de bicicleta para carregar as crianças (as Cargo Bikes).
Torre redonda (Rundetaarn):
A torre é outro lugar de destaque. É um antigo observatório astronômico, hoje transformado em museu. Dá para subir até o topo e ver a cidade. Não possui escadas, nem elevador. Existe uma rampa que leva do térreo ao topo da torre.
CopenHill:
A CopenHill é usina de geração de energia a partir de resíduos mais limpa do mundo. Sua fachada é escalável, sua cobertura é caminhável e suas pistas são esquiáveis. Até encontrei um documentário falando sobre esse lugar incrível e moderno.
E uma última pergunta? Você sabia que os dinamarqueses são considerados o povo mais feliz do mundo? E não para por aí, eles também são considerados os latinos da Escandinávia. Um povo muito alegre e amigável que destoam do restante da Europa.
Espero que vocês tenham curtido conhecer um pouquinho dessa cidade que roubou meu coração!
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